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::: Cinema!


O Sorriso de Monalisa: Na onda dos anos 50

A mais popular atriz norte-americana da atualidade, Julia Roberts, vive uma intelectual em conflito com o moralismo.

Os anos 50 estão em evidência no cinema americano. Num mau sentido: eles se tornaram uma espécie de símbolo do conservadorismo moral e dos limites à liberdade. Entre 2002 e 2003, eles ambientaram dois dos filmes de maior repercussão na imprensa especializada e nas premiações de cinema, As Horas e Longe do Paraíso. Agora, é a vez de O Sorriso de Mona Lisa.

Afinal, será que os anos 50 foram tão conservadores quanto o cinema contemporâneo costuma mostrar? Talvez não. Mas foram atravessados por dois movimentos que influenciaram esta opinião. Em primeiro lugar, constituíram o apogeu da guerra fria, quando qualquer coisa que parecesse desafiar as tradições americanas era logo considerada um perigo. Em segundo lugar, estiveram na raiz dos movimentos libertários que explodiriam nos anos 60 e 60 – o que levou os conservadores a se unirem fortemente contra um inimigo que julgavam estar às suas portas.

O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei

Às vésperas do confronto final, com as legiões do mal se reunindo, o mago Gandalf tenta levantar o exército desmembrado de Gondor. Ele conta com a aliança de Theoden, Senhor de Rohan, mas enfrenta baixas irreparáveis ao avançar contra Sauron. Apesar das perdas, os integrantes da Sociedade enfrentam a maior batalha de suas vidas, unidos pelo objetivo de distrair Sauron e dar a Frodo a chance de completar sua missão de destruir o Anel. Profecias da Terra Média começam a ser cumpridas, à medida que o guerreiro Aragorn assume o posto de herdeiro do reino dos homens e cumpre o juramento de oferecer sua vida pela luta para eliminar Sauron e seus servidores.

Sobre Meninos e Lobos

Quando três amigos: Jimmy Markum (Sean Penn), Dave Boyle (Tim Robbins) e Sean Devine (Kevin Bacon) cresciam juntos, passavam seus dias brincando na rua. Nunca acontecia nada naquele bairro, até o dia em que Dave foi forçado a entrar num carro, acontecimento que mudaria as vidas de todos para sempre. Vinte e cinco anos depois, os três se vêem juntos novamente em função de outro evento que marcará suas vidas - o assassinato da filha mais velha de Jimmy. Sean, agora um policial, é designado para o caso, e ele e seu parceiro (Laurence Fishburne) são encarregados de investigar o crime.

Consciência e revolta "Em Nome de Deus"

Filme de Peter Mullan trata com crueza e crueldade o tema da opressão religiosa e da maldade humana

Em Nome de Deus, a película de Peter Mullan que estréia nesta sexta-feira em Belo Horizonte, é um soco no estômago do espectador. Ao filmar a história de garotas irlandesas que, na década de 60, foram mandadas a um asilo católico para pagar seus pecados, Mullan produziu um desses filmes que provocam pesadelos à noite. Trata de um tema duro e dá a ele a mesma dureza da realidade. Poderia dar intervalos para se respirar durante a narrativa, mas não o faz. São duas horas de horror para contar os anos de pavor das mulheres que retrata.

Baseada em fatos reais, a trama gira em torno de mulheres que, após serem consideradas pecadoras, são mandadas à Casa Madalena, um asilo gerido por freiras onde essas garotas devem “purificar” suas almas para se livrar da danação eterna. Só que o lugar é algo como uma sucursal do inferno, onde há muito trabalho – elas são escravas de uma lavanderia que enche de dinheiro as latas de biscoito das freiras –, pouca comida, e as torturas e humilhações são freqüentes.

A trama se concentra na história de três meninas punidas por seus “pecados mortais” que fariam qualquer garota dos anos 2000 se sentir a própria cobra que seduziu Eva no paraíso: Rose (Dorothy Duffy) cometeu o imperdoável pecado de ter um filho sem ser casada; Margaret (Anne-Marie Duff) enfrenta a punição por ter sido estuprada – o que envergonha seu pai, mas não o homem que a violentou –; e Bernadette (Nora-Jane Noone) é acusada de ser uma sedutora, embora jamais tenha sequer beijado um homem.

Sexo Amor e Traição

Carlos (Murilo Benício) e Ana (Malu Mader) vivem no sétimo andar de um edifício localizado no coração do Rio de Janeiro. Ana necessita de mais carinho do que seu marido lhe dá. Inesperadamente, Tomás (Fabio Assunção), um amigo do casal, chega depois de muitos anos de viagem e se hospeda na casa dos dois. Enquanto isso, Andréa (Alessandra Negrini) e Miguel (Caco Ciocler) vivem num edifício em frente. Andréa está cansada da indiferença de seu marido e ressentida por que ele a vê apenas como um objeto a ser exibido. Em uma festa, se encontram com Cláudia (Heloísa Périssé), o primeiro amor de Miguel. Cláudia, não tendo lugar para ficar, acaba passando a noite no apartamento de Miguel.
A presença dos recém-chegados é o grande detonador de infidelidades, separações e reconciliações, que acabará levando os homens a um apartamento e as mulheres a outro, numa espécie de duelo em que todos os envolvidos terão de lidar com uma série de conflitos na busca da realização pessoal e do amor.

 

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