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Por
causa de sua competência, carisma e bom gosto, Robinho é o
DJ mais indispensável e requisitado das festas de Belo
Horizonte. Seu estilo varia do house ao tech house.
A
capital mineira não deixa cair o posto de um dos principais pólos
musicais do país. Além de ser reconhecida por significativos
nomes da MPB (Milton Nascimento, Lô Borges e todo o Clube da
Esquina), pop (Jota Quest, Skank, Pato Fu) e heavy metal
(Sepultura), começa agora também a se destacar por seus DJs
de música eletrônica.
Profissional
desde 1989, Robinho é um dos responsáveis pelo sucesso da música
eletrônica em Minas. Lembro bem de suas noites na Boate Giru´s,
em Pará de Minas, onde foi DJ entre 1990 e 1996. Era o início,
mas as suas marcas registradas já estavam todas ali: o estilo
musical (a house music, nascida alguns anos antes em Chicago
através da mistura de elementos do Soul e da Disco à batidas
eletrônicas), a técnica, o carisma e o domínio do público,
requisitos básicos para se ser um bom DJ.
Ainda em 1996 Robinho foi escolhido residente da recém
inaugurada Escape, a até então maior e mais moderna casa
noturna de Belo Horizonte. Com o fechamento da Escape,
tornou-se o DJ mais requisitado da cidade. Dividia suas noites
entre a residência no clube Hype e festas, onde tocou ao lado
de todos os grandes nomes da cena eletrônica brasileira.
Pense em um nome e garanto que ele já dividiu os toca-discos
com Robinho: de Mau Mau a Marky, de Renato Lopes a Felipe Venâncio.
E não foram apenas artistas brasileiros: ele já se
apresentou ao lado de americano (DJ Brett Dancer), inglês (Mekon,
Mike Parsons), francês (Lemon), o português (Rui Vargas), e
outros.
Robinho, que ano passado abocanhou o troféu de Melhor DJ no
Prêmio Me Joguei 2001 (levou também o de Pessoa Doçura, mas
singelo como ele só, não gosta de comentar sobre isso...),
agora é DJ residente e produtor projeto Stile, que ganha uma
versãp mensal. Dedicada, claro, à house music e suas
vertentes, Stile vem, ao mesmo tempo, trazendo importantes
nomes da cena eletrônica brasileira à cidade e abrindo espaço
para novos e promissores DJs.
Nestes 13 anos de carreira (muitos de seus fãs de hoje ainda
usavam fraldas quando começou a discotecar...), Robinho foi
sempre presença garantida nos maiores eventos de música
eletrônica de Minas Gerais: tocou na Love Galatika, em quase
todas as festas Hyper, nas festas de aniversário da MTV, na
Bunker Rave, na Love System Electronic Party e no festival
Eletronika. Aliás, que apresentação foi aquela no último
Eletronika? Robinho se tornou, da noite pro dia, o DJ
predileto dos jornalistas paulistas que cobriam o festival.
Foi o assunto das conversas na sala de imprensa na manhã
seguinte. Os comentários? Todos queriam saber quem era aquele
sujeito que tocava as melhores músicas da noite, tinha o público
na palma da mão, tocava descalço e parecia estar se
divertindo mais que todo mundo.
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