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 TEMPLOS DE LUXURIA

Templos da luxúria, as casas de strip-tease são tão diferentes quanto seus freqüentadores: empresários, comerciantes, vendedores, casados, solteiros, divorciados. Maquiadas de boates, fantasiadas de bares sofisticados e restaurantes ou assumindo realmente o que são, essas casas pipocam pela capital paulista.

Na chamada "boca do lixo", é possível freqüentar uma pagando R$ 10 de entrada. Mas há as luxuosas, que cobram mais de R$ 100. As garotas que trabalham nelas são meninas que você já pode ter visto na praia, no cinema ou no teatro. Muitas são universitárias, muitas são bonitas.

A boate Kilt, no centro de São Paulo, é o território das fantasias. Quem reina atrás da fachada que imita um castelo escocês é a empresária da noite Tânia Maciel. Fundada em 1971, a casa é pioneira em shows eróticos no Brasil e é onde se comemoram as festas da Fórmula 1. Por lá, cerca de 100 garotas circulam, dançam e se exibem no palco onde o espetáculo de maior sucesso é o strip na balança. Veja o que diz uma das dançarinas da casa, Muriel, em entrevista abaixo.

Outra casa bem conhecida, mas que foge do estilo das demais, é o Love Story ou "Três e Meia", "Balada das Moças" e LS para os íntimos. Há dez anos na noite paulistana, a boate, fincada no centro de São Paulo, é o ponto de encontro dos solteiros afoitos da cidade. Belas garotas dispostas a badalar depois do trabalho em lugares de renome, como o Café Photo, o Bahamas e o Donna Café, também são figurinhas carimbadas do lugar. É uma casa onde as prostitutas deixam de ser pessoa jurídica, passam a ser pessoa física e entram para se divertir.

O agito começa por volta das três e meia da manhã (daí um dos apelidos da casa), quando empresários, gringos e jovens playboys invadem a danceteria atrás de diversão para o fim da noite. Quem resolver conhecer, já vá preparado: na pista rola quase tudo (não no sentido musical). Uma autêntica habituée do Love Story, Marília G., 20 anos, é declaradamente apaixonada pelo local: "Venho aqui três vezes por semana, e acho uma das melhores danceterias de São Paulo. O som é muito bom e já cheguei a sair daqui às onze da manhã", diz a garota, depois de viver há quase dois no agito de São Paulo.

Existem as casas de luxo como o Romanza, que recebe freqüentadores ilustres como jogadores de futebol, além de diversas modelos como Globeleza, Roberta Close, Banana Split, Axé Blond, Malandrinhas e Kelly Key. A casa oferece sushi erótico, onde a refeição é servida em cima de uma modelo nua, além de banda de blues ao vivo e restaurante. Marcos Manzano (o loiro do Clube das Mulheres) é quem anuncia e apresenta os show das stripers. Veja as entrevistas abaixo com as dançarinas e a Ligia, uma das responsáveis pela casa.

Uma das mais freqüentadas da cidade,o Bahamas é o maior complexo de entretenimento para adultos da América Latina, composto por hotel, boate, balneário e restaurante.

Em outras, as ações são mais veladas e comportadas. No Café Photo, as garotas são proibidas de abordar os clientes e estão sempre muito bem vestidas. O local funciona como ponto de encontro e não tem shows nem strip tease. Os mais desavisados poderiam até pensar que estão em um restaurante, como anunciam seus proprietários. Mas desde quando se paga apenas para entrar em um restaurante?

Mas nem tudo são flores. Se está pensando que é só chegar e ter tudo fácil, engana-se. Para que o clima esquente de vez, talvez você precise desembolsar de 150 a 300 reais, fora os preços do estabelecimento. Ainda que mulheres não paguem bebidas nem consumação na maioria das casas, para os homens, abalada tem um preço pouco divertido: a entrada ou consumaçăo obrigatória é de, no mínimo R$50,00 e as bebidas văo de água, cerveja ou refrigerante por R$15,00 a Champanhe francês ou Uísque nacional por R$500,00. Ui, Ui... E vale lembrar que o programa não está incluído na conta.

 

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